'Nunca ninguém sabe se estou louca para rir ou para chorar. Por isso o meu verso tem esse quase imperceptível tremor... A vida é louca, o mundo é triste: Vale a pena matar-se por isso? Nem por ninguém! Só se deve morrer de puro amor...
Confesso que ela perdera os olhos de criança. Olhos que pediam proteção, abrigo, cuidados e voz baixa.
Agora oferecia segurança, cuidado, conforto, sorrisos.
Perdera a capacidade de não chorar diante dos problemas, do medo, da alegria e, principalmente, diante dela mesma.
Tinha a impressão de que todos achavam que ela não precisava de proteção, afinal era ela a protetora.
Não...ela não perdeu a alma de criança. Ainda precisa de proteção.

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