Confesso que estou fugindo de novo, e que é algo que faço muito bem. Não deixo traços ou portas semiabertas para voltar - ou para ser encontrada.
Nada de migalhas de pão, nem tijolos dourados para achar o caminho, as janelas estão bem fechadas. Apago as pegadas na areia, e ando ao contrário, sem guia, sem placas.
Insulto quem tenta ficar. Furo e tudo mais.
E quem tenta me afagar encontra em minha pele espinhos, e em minhas mãos, pedras.
Ando violenta, cortando laços e esmurrando lembranças. Pisoteando histórias.
Não me escondo atrás de mentiras, mas uso as verdades como escudo, endurecendo a pele, escurecendo os olhos.
Confesso que não sei como desfazer esse nó
Nada de migalhas de pão, nem tijolos dourados para achar o caminho, as janelas estão bem fechadas. Apago as pegadas na areia, e ando ao contrário, sem guia, sem placas.
Insulto quem tenta ficar. Furo e tudo mais.
E quem tenta me afagar encontra em minha pele espinhos, e em minhas mãos, pedras.
Ando violenta, cortando laços e esmurrando lembranças. Pisoteando histórias.
Não me escondo atrás de mentiras, mas uso as verdades como escudo, endurecendo a pele, escurecendo os olhos.
Confesso que não sei como desfazer esse nó
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